NBR 16710 1 e 2 DA ABNT - RESGATE TÉCNICO INDUSTRIAL EM ALTURA E ESPAÇO CONFINADO

NIVÉL LIDER E/OU COORDENADOR 32H
1 – OBJETIVO DO TREINAMENTO:
Formar profissional de resgate em altura e espaço confinado, capazes de socorrer e resgatar vítimas em altura e espaço confinado com total segurança, em todos os cenários possíveis em conformidade com as normas e técnicas internacionais e nacional NBR 16710.
2 – PÚBLICO ALVO:
Bombeiro militar e civil, profissionais de acesso por cordas, brigadistas, técnico de segurança do trabalho, técnico enfermagem e enfermeiros, equipes de montagens de torres, supervisores de equipes de trabalho em altura e espaço confinado, funcionários e colaboradores de siderúrgicas, funcionários de estaleiros e refinarias, fiscais e supervisores de obras e serviços em altura e espaço confiando, empresas de petróleo e gás e qualquer profissional que queira trabalhar com resgate em altura e espaço confinado e profissionais de acesso por corda e socorristas.
3 – CONTEÚDO:
Para ser qualificado no nível Líder, o aluno deverá ter feito o nível Operacional, e para o nível de Coordenador deverá ter feito o nível Líder, e ser submetido e avaliado em um treinamento teórico e prático, carga horária mínima de 32h, e atender, no mínimo, o seguinte conteúdo programático, segundo recomendações da NFPA 1006, 1670 e 1983, atual 2500 dos EUA e da NBR 16710 da ABNT.
Todo o treinamento é feito com muitos exercícios práticos em simulações o mais próximo da realidade possível.
- 01 - Normas regulamentadoras oficiais e normas técnicas brasileiras aplicáveis
- 02 - Princípios de segurança de uma operação de resgate
- 03 - Identificação dos riscos associados a uma operação de resgate
- 04 - Avaliação de risco × benefício em uma operação de resgate
- 05 - Elaboração de pré-planos de resgate em altura e/ou em espaço confinado;
- 06 - Protocolos operacionais padronizados;
- 07 - Organização de equipes de resgate, atribuindo funções e responsabilidades para os componentes;


- 08 - Noções gerais sobre sistema de comando de incidentes;
- 09 - Conhecimentos gerais sobre o uso de um plano de comunicações para operações de resgates, bem como utilização de diversos meios de comunicação e emprego de terminologia empregada como linguagem-padrão para emergências;
- 10 - Certificação dos equipamentos e sistemas de resgate;
- 11 - Seleção e uso correto dos seguintes equipamentos pessoais de resgate: cinto paraquedista, eslingas ou talabartes, conectores, capacete, luvas, descensor, ascensores, trava-quedas, estribo;
- 12 - instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia;
- 13 - Seleção e uso correto dos seguintes equipamentos coletivos de resgate: cordas; eslingas, anel, fitas ou contas de ancoragem, conectores, polias, bloqueadores, macas, tripé, descensores, ascensores;
- 14 - Montagem dos principais nós de encordoamento utilizados em resgates (blocantes, de arremate, de emenda, de ancoragem e asseguradores);
- 15 - Montagem de ancoragens simples, semi-equalizada, equalizada, fracionamentos e desvios com nós de encordoamento;
- 16 - Efeito dos ângulos formados pelas ancoragens na distribuição de cargas;
- 17 - ontagem e operação de sistemas de vantagem mecânica simples, compostos e combinados (bloco);
- 18 - Limites de desempenho dos equipamentos de progressão em corda utilizados em resgates de vítimas;
- 19 - Inspeções de pré-uso e periódicas dos equipamentos individuais e coletivos de resgate utilizados;
- 20 - Identificação das condições de prontidão operacional ou de danos, defeitos e desgastes para recusa dos equipamentos que tenham sido reprovados conforme orientação dos fabricantes;
- 21 - Métodos de manutenção, limpeza, acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate;
- 22 - Conceituação da força de choque gerada pela retenção de uma queda de altura;


- 23 - Conceituação de fator de queda;
- 24 - Como se desenvolve o trauma de suspensão inerte e suas principais medidas terapêuticas;
- 25 - Utilização dos meios de comunicação disponíveis, bem como emprego de terminologia utilizada como linguagem-padrão para emergências;
- 26 - Utilização e instalação dos dispositivos de ancoragens têxteis ou metálicos do tipo móveis, com ou sem elementos de fixação mecânicos ou químicos;
- 27 - Conceituação das técnicas de progressão vertical por corda para resgates;
- 28 - Execução de técnicas de progressão por corda em resgates para ascensão, descensão, passagem de fracionamentos, desvios e de nós;
- 29 - Execução de técnicas de descidas em cordas tencionadas;
- 30 - Execução de técnicas de progressões em tirolesas horizontais e inclinadas;
- 31 - Utilização de meios de fortuna aplicados às técnicas de resgate por corda;
- 32 - Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para descensão com vítimas, com passagem de fracionamentos, de desvios e de nós;
- 33 - Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para movimentação de vítima para baixo ou para cima;
- 34 - Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para desbloqueio de vítimas suspensas em descensores, ascensores ou sistemas de proteção individual contra quedas;
- 35 - Conhecer os diferentes tipos de macas de transporte vertical, bem como sua compatibilidade com o tipo de operação ou lesão da vítima;
- 36 - Técnicas de imobilização de vítimas em macas, com ou sem emprego de imobilizadores de coluna ou de membros;
- 37 - Técnicas de movimentação vertical de vítimas em altura ou em espaços confinados com emprego de sistemas de resgate e de evacuação de pré-engenharia ou sistemas de vantagem mecânica simples;
- 38 - Montagem e operação de sistemas de movimentação vertical e horizontal de macas em cordas tencionadas (tirolesa) na horizontal, diagonal e cruzada;
- 39 - Técnicas de movimentação básica de maca (vertical, horizontal e terrestre);
- 40 - Fatores técnicos que afetam a eficiência de um resgate com corda e/ou em espaço confinado, (por exemplo: desempenho, velocidade, alcance, duração, condições climáticas, do ambiente dos espaços confinados, do resgatista etc.);
- 41 - Técnicas de uso de equipamentos de proteção respiratória aplicados para resgate.

Durante o treinamento faremos simulações de suporte básico e avançado de vida com atual protocolo internacional.
4 - participantes
O número de participantes deverá ser de até no máximo 10 (dez) alunos, por motivo de segurança e melhor rendimento e absorção das técnicas e procedimentos pelos alunos.
Fornecemos macacão de suplex bem confortável para os alunos. Os alunos podem usar o macacão de sua empresa.
Não é permitido a realização do treinamento de bermuda e chinelo.











